Como vivem juntos mas não são casados? Isto é o que devem saber sobre a União Conjugal de Feito na Colômbia.
Quanto tempo de vida me transforma em "companheiro permanente" ?, O que acontece com os
bens que compramos juntos?, Como eu declaro oficialmente a relação?
Estas são as questões jurídicas mais procuradas por troca casais que vivem juntos sem
casar-se. A resposta legal a todas elas é: A União Conjugal de Fato, uma figura reconhecida na
lei colombiana para proteger os seus direitos pessoais e patrimoniais.
Em seguida, o computador de CAFORE Advogados conta-lhe o essencial para proteger seu patrimônio e
os seus direitos pessoais.

1. O que é a União Estável?
A União Conjugal de Fato ("PT") é o termo jurídico utilizado para se referir à convivência permanente de um casal, com o objetivo de formar um projeto de vida em comum, sem que seja necessário contrair casamento. Desde o primeiro dia de convivência nasce da união; No entanto, seus efeitos patrimoniais, isto é, para que se entenda que os bens adquiridos por ambas as partes durante a convivência são do casal e, por tabela, estão em um "bolso comum" – só se tornam plenamente exigíveis quando o casal a declara formalmente, requer um período de convivência não inferior a DOIS anos, e que os companheiros permanentes não estejam impedidos de casar.
Esta figura está consagrada nos artigos 1 a 7 da Lei 54 de 1990 e foi agilizada pela Lei 979 de 2005, que criou vias mais rápidas para acreditarla.
2. Requisitos para a sua existência jurídica
I. Convivência real e permanente: O casal deve viver sob o mesmo teto e a manutenção de uma vida comum, isso acontece quando entre ambos é evidência de solidariedade, de ajuda, de respeito, dever de coabitação e apresentar-se perante a sociedade como uma família (Como se fossem marido e esposa).
II. Fins de permanência e singularidade: Não basta a coabitação eventual; deve existir a intenção de formar um lar; na Colômbia, a legislação não contempla os efeitos de relações poli-harmoniosas de forma tal que um dos requisitos para a existência da PT reside na singularidade da relação afetiva romântica que nasce entre dois seres humanos.
III. Prazo mínimo de dois (2) anos de convivência para presumir a sociedade patrimonial decorrente da união (não para o PT em si, que surge desde o início da convivência).
IV. Capacidade legal: Que nenhum dos dois seja menor de idade ou a este casado (no caso de ter estado a sua relação anterior deve ser dissolvida e liquidada desde há pelo menos um ano).
Estes requisitos estão no artigo 2 da Lei 54, alterado pelo artigo 1º da Lei 979 de 2005.
3. Devo declarar a União Conjugal de Fato?
A resposta é que, se, porque, apesar de a união existe desde o início da convivência, declará-la é a chave para fazer valer os direitos patrimoniais (pensão, herança, bens). Sem essa declaração, testar a relação perante um juiz, EPS ou fundo de pensões pode tornar-se difícil e dispendioso.
Por. | Resultado. | Onde se trata? | Você Requer Um Advogado? |
Mútuo acordo. | Acta de conciliação. | Centro de Conciliação. | Opcional. |
Mútuo acordo. | Escritura pública. | Cartório. | Opcional. |
Mútuo acordo. | Sentença (Processo verbal sumário). | Tribunal de família. | Necessário. |
Sem acordo. | Sentença (Processo verbal). | Tribunal de família. | Necessário. |
Os juízes de família conhecerão desses processos de acordo com as regras de atribuição de competência do Código Gerado do Processo (CGP).
4. Quais são suas características?
I. Flexibilidade: Nasce sem formalidades e se adapta às realidades sociais modernas, isto porque não é um contrato solene, como se o casamento, que é regulamentado pelo Código Civil ou pelo Direito Canônico, no caso de ser católico e em todo o caso se enquadra na legislação colombiana.
Alguns testes que servem para comprovar a convivência e alcançar a sua embargos declaratórios se não foi possível realizar, de comum acordo, são: Declarações extraprocesales, depoimentos de amigos ou qualquer conhecido, contratos jogos, contas bancárias equivalentes, correspondência, filiação conjunta para a segurança social, entre outros.
II. Igualdade de direitos: Assim como no casamento, a PT nascem de uma gama de direitos e obrigações, como, por exemplo, o dever de fidelidade, dever de socorro, o dever de coabitação, entre outros. Esta figura também protege o companheiro mais vulnerável (saúde, pensão, alimentos).
III. Patrimonialidad condicionada: A sociedade de bens ("sociedade patrimonial") surge automaticamente aos 2 anos, mas necessita de uma declaração para ser opositor perante Este é o principal efeito patrimonial que nasce da PT, como mencionado anteriormente, é quando duas pessoas que conviveram juntas por mais de dois anos, e os seus bens se entendem comuns, entram em um "bolso comum" fruto do trabalho do casal, apesar de que o bem a este o título de um ou de outro.
IV. Solução simples: Para poder dá-la por terminada no caso dos companheiros permanentes não querem continuar com a relação, existem uma série de alternativas destinadas a facilitar o processo de dissolução, pois, o ordenamento prevê a possibilidade de fazê-lo, de comum acordo, perante o notário, o conciliador ou juiz.
V. Aplicação a todos os casais, independentemente de sua orientação sexual: A SUA sentença-214 de 2016 proferida pela Corte Constitucional, marcou um avanço histórico na Colômbia, ao garantir que os direitos e proteções legais que antes só se aplicavam aos casais heterossexuais também se estendam para casais do mesmo
Com esta decisão, a Corte reafirmou o princípio de igualdade e eliminou uma barreira importante que impedia o reconhecimento pleno da diversidade familiar no país. Esta decisão é importante porque reconhece que todos os casais, independentemente de sua orientação sexual, devem ter acesso às mesmas garantias dentro do ordenamento jurídico colombiano.

5. O que acontece com os bens que compraram juntos?
Quando se completam dois anos de convivência, a lei presume a existência de uma sociedade patrimonial: Um "bolso comum", onde entram os bens adquiridos a título oneroso durante a relação.
I. Não entram nesta sociedade bens recebidos por doações, heranças pessoais ou que foram adquiridas antes de conviver.
II. Para obter legalmente, estes bens, deve-se declarar legalmente a união, por meio dos mecanismos anteriormente referidos.
6. Casamento vs. União Conjugal de Fato: Em que se diferenciam?
Aparência. | Sociedade conjugal (Casamento) | Sociedade Patrimonial (PT) |
A fonte. | O Contrato de casamento. | Convivência (PT). |
Início. | Desde o casamento, salvo capitulações. | Automática após 2 anos de PT. |
Regime supletivo. | Código civil ARTS 1781- 1841. | Lei 54/1990 e lei 979/2005. |
A prova. | Registro civil de casamento. | Declaratória (Acta, escrita ou acórdão). |
Dissolução. | Divórcio, morte, separação de bens, a nulidade ou a cessação dos efeitos civis do casamento católico. | Acta, escrita, sentença ou morte. |
Em síntese, o casamento cria uma sociedade conjugal pelo só fato de se casar; a PT só gera sociedade patrimonial se cumprir os 2 anos e é declarada oficialmente. Não confundir, a "transformação" não cria a sociedade, só a torna exigível.
7. Tenho direito a pensão ou de saúde como companheiro permanente?
Sim, como companheiro permanente, você pode ter direito à pensão e acesso a serviços de saúde, mas há certos requisitos que deve cumprir. A Suprema Corte de Justiça tem reconhecido que os companheiros permanentes têm os mesmos direitos que os cônjuges em matéria de segurança social, desde que se estabeleça uma convivência estável e duradoura. No caso de a pensão de sobrevivente, se o seu parceiro morre, e você dependia economicamente dele, você pode solicitar a substituição pensional, desde que comprove que viveram juntos e partilham uma vida em comum, de uma decisão relevante sobre o tema é a SL3080-2020 da Corte Suprema de Justiça. As decisões da corte têm relatado que este direito não depende de um casamento formal, mas, sim, da existência de uma União Conjugal de Fato reconhecida legalmente.
Quanto à filiação à saúde, você pode ser beneficiário do sistema de segurança social em saúde se o seu parceiro estiver filiada e cumpre com os requisitos estabelecidos por lei. A Corte Suprema de Justiça reiterou que a proteção em saúde deve ser assegurado a quem são
construído uma vida em comum, sem importar se são casados ou não. Em alguns casos, foi permitido o acesso aos serviços de saúde, mediante ações de tutela, quando se demonstra que a negação do direito afecta gravemente a qualidade de vida do requerente.
É importante destacar que, para ter acesso a estes benefícios, recomenda-se formalizar a União Conjugal de Fato através de uma declaração em qualquer uma das formas anteriormente descritas. A Corte Suprema de Justiça enfatizou que a proteção dos direitos dos companheiros permanentes busca garantir a igualdade e evitar discriminações contra aqueles que optaram pelo casamento.
8. Por que você deve declarar a União?
Declarar a sua União Conjugal de Fato não é um procedimento caro ou complexo se é assessora bem. Evita brigas por pensão, herança e partilha de bens, e protege o casal em relação a terceiros.
En Cafore Abogados somos expertos en Derecho de Familia:
I. Elabora a acta de conciliação ou a
II. Os representamos perante juízes se há
III. Projetamos acordos patrimoniais preventivos que protegem o seu futuro e o de seus
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Mitos comuns sobre a União Conjugal de Fato...
I. "Já levamos dois anos, assim que todo é metade e metade" → Falso: Se não há transformação, não há efeitos patrimoniais automáticos.
II. "Só os casais podem herdar" → Falso: Os companheiros permanentes também têm direitos hereditários se comprova a união.
II. "Eu devo ir obrigatoriamente a um julgado" → Falso: você Pode fazer a declaração perante notário ou centro de conciliação.
IV. "Se não registramos, não existe a união" → Falso: Apesar de a formalização facilita a acreditação, a União Conjugal de Fato pode ser reconhecida judicialmente, caso se prove a convivência estável e duradoura.
V. "aplica-se Apenas para casais heterossexuais" → Falso: as sentenças das cortes tenham estabelecido que a União Conjugal de Fato é válida para casais do mesmo sexo, garantindo igualdade de direitos em matéria patrimonial e sucesoral.
VI. "Se um dos dois não trabalha, não tem direito sobre os bens" → Falso: A sociedade patrimonial presume-se quando há convivência de pelo menos dois anos, não importa se um dos parceiros não gera
