Direito Societário

Advogado de direito societário em Bogotá para sócios, SAS e empresas em crescimento.

A Cafore Abogados acompanha sócios, fundadores, representantes legais e empresas na Colômbia quando uma decisão societária precisa de respaldo jurídico: acordos, atas, reformas, conflitos internos, venda de ações, governança corporativa e riscos que atravessam a operação.

SAS Acordos de sócios Informalidade societária Conflitos internos Litígio societário Representante legal Venda de ações Risco administrativo

Resposta direta

O que faz um advogado em direito societário na Cafore.

Um advogado em direito societário revisa regras, documentos e decisões de uma empresa para reduzir conflitos entre sócios, evitar atos mal fundamentados e preparar um caminho jurídico defensável. Na Cafore, essa revisão conecta estatutos, acordos, atas, administradores, autoridades e riscos operacionais.

Opinião jurídica publicada e presença na mídia.

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Cafore Advogados S. A. S. Bogotá, Colômbia Assessoria societária para empresas, sócios e representantes legais Sobre nós Equipe
01 Localizar o problema Conflito, informalidade, autoridade ou transação. 02 Revisar a base Documentos, sócios, ações e riscos conectados. 03 Localizar o litígio Ações, medidas, autoridades e prova. 04 Esclarecer dúvidas Perguntas agrupadas por momento e risco.

Quando faz sentido

Consulte antes de assinar, escalar um conflito ou tomar uma decisão que possa afetar o valor da empresa.

A assessoria societária é especialmente importante quando a empresa precisa ordenar regras, proteger provas, negociar entre sócios ou responder a terceiros com documentos coerentes.

Sócios

Há tensão por controle, lucros, informação ou saída.

Revisamos regras de voto, acordos, atas, direitos econômicos e opções antes de romper a relação societária.

Documentos

A empresa cresceu com informalidade em documentos e decisões.

Ordenamos estatutos, livros, atas, certidões, autorizações e registros antes de vender, receber investimento, reivindicar direitos ou responder a terceiros.

Decisão sensível

Vão reformar, comprar, vender ou mudar a governança.

Definimos quais passos corporativos são necessários e quais riscos podem afetar preço, validade ou responsabilidade.

Diagnóstico rápido

Escolha o ponto de partida. A resposta muda conforme o tipo de risco.

Quando o conflito parece pessoal, mas o risco é societário.

Antes de processar ou enviar comunicações enérgicas, convém verificar se a sociedade tem regras claras para decidir, bloquear, vender ou exigir informação.

Sinais
  • Bloqueio de decisões.
  • Desacordo sobre lucros.
  • Uso de informação ou recursos.
Documentos
  • Estatutos e acordos.
  • Atas recentes.
  • Livro de acionistas.
Rota
  • Negociar regras.
  • Corrigir documentos de suporte.
  • Preparar ação legal.

Documentos, conflitos e ações

Rotas de revisão para localizar o risco societário com precisão.

A análise conecta tensão entre sócios, informalidade documental, litígio, transações sensíveis e riscos que podem afetar a governança ou o valor da empresa.

01

Conflito entre sócios

Para tensões por controle, informação, voto, lucros, caixa ou saída de um dos sócios.

01
Acordos e relações entre sóciosRegras de saída, voto, lucros, informação e controle.

O objetivo é evitar que cada desacordo se transforme em uma briga sem rumo. Se o pacto existe, ele é interpretado; se não existe, avalia-se como suprir a lacuna.

  • Saída de sócios, compra de ações, direito de preferência, direito de arrasto e direito de acompanhamento.
  • Regras de informação, confidencialidade, não concorrência, permanência e dedicação.
  • Consequências por descumprimento e mecanismos reais para destravar decisões.
02
Direito de inspeção e de informaçãoQuando um sócio pede documentos ou a administração não responde.

Revisamos o que o sócio pode solicitar, em que momento, por qual canal e como deixar evidência útil em caso de silêncio, entrega parcial ou recusa injustificada.

  • Solicitação precisa de livros, atas, demonstrações financeiras e documentos de suporte relevantes.
  • Respostas da administração, reservas razoáveis e limites de confidencialidade.
  • Prova para negociar, ativar medidas ou preparar uma controvérsia.
03
Abuso de maioria, de minoria ou de paridadeQuando o voto é usado para prejudicar, bloquear ou capturar a sociedade.

O conflito nem sempre consiste em uma decisão ser formalmente incorreta. Às vezes o problema é o uso do voto para obter vantagem indevida, bloquear decisões essenciais ou prejudicar outro sócio.

  • Padrões de voto, interesses particulares, dano à sociedade ou aos sócios.
  • Bloqueios 50/50, recusa de informação, lucros retidos sem motivo e decisões repetidas.
  • Rotas de negociação, compra de participação, reforma estatutária ou ação judicial.
02

Informalidade societária

Para empresas que funcionam, mas não têm atas, livros, documentos de suporte, autorizações ou rastreabilidade suficientes.

04
Estatutos, livros e atasA base para saber se uma decisão pode se sustentar.

Revisamos maiorias, quórum, convocações, autorizações, reformas, atas pendentes, livro de acionistas e a coerência entre o que a empresa fez e o que pode provar.

  • Se a decisão foi tomada pelo órgão correto.
  • Se a ata conta a história completa: data, presentes, votos, autorizações e anexos.
  • Se há diferenças entre a certidão, os estatutos, os livros e a realidade dos sócios.
05
Informalidade societáriaDecisões tomadas sem suporte claro ou com documentos que não se conversam.

Uma empresa pode operar durante anos com informalidade sem perceber. O problema aparece quando um sócio reclama, um comprador pergunta, um banco pede autorizações ou uma autoridade exige documentos.

  • Atas tardias, livros desatualizados, aportes não documentados e empréstimos cruzados.
  • Pagamentos, bonificações, contratos com partes relacionadas ou decisões de caixa sem aprovação visível.
  • Riscos que de fato podem ser corrigidos e riscos que exigem uma estratégia de negociação ou defesa.
06
Administradores e representante legalResponsabilidade, autorizações e conflitos de interesse.

Identificamos quem pode assinar, quais decisões exigem aprovação, quais riscos a administração assume e qual evidência deve ficar registrada.

  • Limites de valor, contratos sensíveis, endividamento e obrigações perante bancos ou fornecedores.
  • Deveres dos administradores, conflitos de interesse, operações com partes relacionadas e uso de recursos.
  • Caminho para prevenir ou preparar uma ação de responsabilidade quando o dano já ocorreu.
03

Litígio societário

Para decidir se convém reclamar, defender, impugnar, exigir responsabilidade ou proteger prova antes de escalar.

07
Impugnação de atas e decisões sociaisQuando uma decisão pode ter sido tomada sem regras, sem maiorias ou com vícios.

Avaliamos se uma reunião, ata ou decisão pode ser questionada por convocação, quórum, maioria, competência do órgão, conflito de interesse, contradição com o estatuto, ineficácia ou falta de prova.

  • Decisão impugnável, pressupostos de ineficácia, prazos, legitimidade e documentos que sustentam a reclamação.
  • Efeito prático de impugnar ou pedir reconhecimento de ineficácia: deter, corrigir, negociar ou reconstruir a decisão.
  • Riscos de iniciar o processo sem ter prova suficiente.
08
Ação de responsabilidade contra administradoresQuando se discutem danos por decisões da gerência, do conselho ou do representante legal.

Verificamos se há conduta, dano, nexo e prova suficiente para reclamar ou defender a atuação dos administradores.

  • Excesso de poderes, conflitos de interesse, operações com partes relacionadas e gestão de caixa.
  • Decisões de negócio que deram errado em comparação com decisões tomadas sem diligência ou sem autorização.
  • Estratégia probatória antes de alegar má-fé ou negligência.
09
Cumprimento de acordos e ajustes entre sóciosQuando alguém descumpre regras privadas que sustentavam a sociedade.

Verificamos se o pacto é exigível, quais obrigações contém, que prova existe do descumprimento e se convém exigir cumprimento, indenização, saída ou renegociação.

  • Cláusulas de permanência, informação, não concorrência, venda, drag along, tag along ou confidencialidade.
  • Provas de descumprimento e consequências previstas no acordo.
  • Compatibilidade entre o acordo, os estatutos e as decisões societárias.
10
Medidas cautelares e proteção de provaAntes que o conflito apague documentos, dinheiro ou controle.

Quando o risco é urgente, analisamos o que deve ser preservado, o que deve ser solicitado e o que não convém anunciar sem estratégia.

  • Atas, e-mails, chats, livros, acessos, demonstrações financeiras e comprovantes de pagamentos.
  • Riscos de disposição de ativos, troca de representante, bloqueio de contas ou destruição de documentos.
  • Caminho judicial, administrativo ou negocial conforme a urgência e a prova disponível.
04

Transações e autoridades

Para venda de ações, entrada de investidores, saída de sócios, notificações ou riscos que atravessam a operação.

11
Exclusão, retirada ou saída de sóciosSeparar a relação sem destruir valor nem improvisar o preço.

Quando um sócio deve sair, convém verificar se o caminho está pactuado, se existe causa, como se valora a participação e o que acontece com dívidas, ativos, marcas, informação e garantias.

  • Venda de ações, direito de preferência, restrições estatutárias e pactos privados.
  • Valoração, forma de pagamento, contingências tributárias, trabalhistas e contratuais.
  • Risco de excluir sem causa legal ou de negociar sem fechar todas as frentes.
12
Autoridades e riscos conectadosSuperintendência de Sociedades, DIAN, SIC, UGPP e operação real.

A prevenção societária deve olhar para as entidades, os documentos exigíveis, os canais de resposta e os suportes que não se improvisam depois de uma visita ou notificação.

  • Superintendência de Sociedades, Câmara de Comércio, RUES, livros, atas e administradores.
  • DIAN, RUB, faturamento, retenções, pagamentos a sócios e contingências que afetam o valor.
  • SIC, dados pessoais, consumidor, UGPP, Ministério do Trabalho e licenças próprias da atividade.

Litígio societário

Processos, ações e controvérsias societárias que podemos revisar.

O litígio societário não se limita a processar. Pode começar com uma solicitação de informação, uma assembleia questionada, uma medida urgente, uma negociação entre sócios ou uma atuação perante a Superintendência de Sociedades.

Revisar um litígio societário

Ações societárias

  • Impugnação de decisões sociais.
  • Ação social de responsabilidade.
  • Ação individual de responsabilidade.
  • Reconhecimento de pressupostos de ineficácia.
  • Abuso do direito de voto.
  • Direito de inspeção.
  • Cumprimento de acordos de acionistas.
  • Nulidade, ineficácia ou inoponibilidade de decisões.

Medidas e prova

  • Medidas cautelares.
  • Exibição de livros e documentos.
  • Proteção de atas e suportes.
  • Preservação de e-mails, chats e acessos.
  • Demonstrações financeiras e documentos contábeis.
  • Livro de acionistas.
  • Prova de conflito de interesse.

Saída, controle e liquidação

  • Exclusão, retirada ou saída de sócios.
  • Compra ou venda forçada de ações.
  • Dissolução judicial.
  • Liquidação de sociedade.
  • Impasses 50/50.
  • Conflitos em empresa familiar.
  • Arbitragem societária.

Autoridades e litígios conexos

  • Superintendência de Sociedades.
  • Câmara de Comércio e RUES.
  • DIAN, UGPP e Ministério do Trabalho.
  • SIC e dados pessoais.
  • Responsabilidade dos administradores.
  • Risco penal corporativo.
  • Contratos, marcas e ativos da sociedade.

Primeiro caminho

Se você já sabe em qual caminho seu caso se enquadra, podemos revisar documentos e definir o próximo passo.

Solicitar revisão

Checklist compacto

Cinco documentos para uma primeira revisão.

Esta lista ajuda a organizar a primeira conversa e a localizar documentos que podem mudar a estratégia desde o início.

0 de 5 prontos

Método Cafore

Um processo claro para passar do problema a um plano de ação.

A revisão não se limita a dizer qual norma se aplica. Busca identificar o que pode ser provado, o que deve ser corrigido e qual decisão convém executar.

1

Contexto

Entendemos a decisão, o conflito ou o documento que motivou a consulta.

2

Documentos

Pedimos apenas o necessário para diagnosticar e priorizamos os documentos que podem mudar a estratégia.

3

Mapa

Separamos urgência, risco, correção possível e cenário de negociação ou litígio.

4

Execução

Preparamos atas, acordos, reformas, respostas ou ações conforme o caminho escolhido.

Entregáveis possíveis

O que pode ficar pronto após a revisão.

O resultado depende do caso, mas a consulta deve resultar em peças concretas, não em uma opinião solta.

Rota

Parecer sobre a atuação e as prioridades.

Um mapa claro de urgência, documentos, riscos e alternativas para decidir com menos ruído.

Documentos

Ata, acordo, alteração ou documento corrigido.

A revisão pode resultar em documentos societários prontos para assinatura, registro ou negociação.

Estrategia

Negociação, resposta ou ação legal.

Se o assunto já escalou, definimos o caminho para conversar, responder, reclamar ou defender.

Escopo do serviço

Temas que revisamos em direito societário.

Estes são os pontos que costumam definir a estratégia antes de responder, assinar, negociar, processar ou se defender. A revisão parte de fatos e documentos concretos para escolher um caminho prudente.

01

Situações que podemos revisar.

Assuntos frequentes que convém analisar com documentos, prazos e consequências reais.

Conflitos entre sócios

Impasses, abuso de maiorias ou minorias, recusa de informação, exclusão, saída de sócios e disputas pela administração.

Informalidade societária

Atas incompletas, decisões sem suporte, livros desatualizados, procurações, reformas, nomeações e representação legal.

Administradores e responsabilidade

Deveres dos administradores, conflitos de interesse, decisões sensíveis, distribuição de lucros e riscos por gestão.

Litígio societário

Impugnação de atas, medidas cautelares, ações de responsabilidade, conflitos perante a Câmara de Comércio ou a Superintendência de Sociedades.

02

Documentos que convém preparar.

Nem todos são necessários desde o primeiro dia, mas ajudam a organizar a consulta.

  • Estatuto, alterações e certidão de existência.
  • Atas, convocações, procurações e livros societários.
  • Acordos de acionistas, pactos, e-mails e comunicações.
  • Demonstrações financeiras, comprovantes de aportes, pagamentos e decisões relevantes.
03

Caminhos possíveis após a revisão.

A estratégia depende de prova, prazo, contraparte, autoridade e objetivo.

  • Organizar documentos e fatos antes de enviar comunicações.
  • Definir se convém negociação, ata corretiva, reforma ou atuação judicial.
  • Separar o conflito societário de riscos tributários, penais, trabalhistas ou familiares.
04

Perguntas frequentes sobre este serviço.

Respostas iniciais para entender o alcance, os documentos e os caminhos possíveis.

01Qual tipo societário me convém: S.A.S., Ltda. ou S.A.?

A escolha depende do número de sócios, do capital, do nível de formalidade operacional e do tipo de atividade. A Sociedade por Ações Simplificada (S.A.S.), regulada pela Lei 1258 de 2008, é hoje a forma societária mais utilizada na Colômbia porque admite um único acionista, permite redigir livremente o estatuto, não exige auditor fiscal abaixo de certos limites e se constitui por documento particular. A Sociedade de Responsabilidade Limitada (Ltda.) e a Sociedade Anônima (S.A.), ambas reguladas pelo Código Comercial, mantêm utilidade em cenários específicos: a Ltda. quando se deseja limitar o número de sócios e manter certa rigidez no ingresso de terceiros, e a S.A. quando se projeta abertura de capital ou estruturas de governança mais complexas. Antes de constituir sua sociedade, convém revisar o modelo de negócio, as projeções de receita e o regime tributário aplicável.

02Quanto custa constituir uma S.A.S. na Colômbia?

Os custos variam conforme a cidade, o capital subscrito e os honorários profissionais, mas podem ser agrupados em três rubricas: (i) taxas de registro perante a Câmara de Comércio, calculadas sobre o capital subscrito conforme as tarifas anuais fixadas pelo Governo; (ii) imposto de registro departamental, geralmente equivalente a 0,7% do capital subscrito; e (iii) matrícula mercantil de acordo com os ativos declarados. A isso se somam, quando aplicáveis, os custos cartoriais (se a sociedade for constituída por escritura pública em vez de documento particular) e os honorários do advogado que redige o estatuto. Recomendamos solicitar o cálculo prévio na Câmara de Comércio de sua jurisdição antes de orçar a operação.

03Quais são as obrigações tributárias de uma S.A.S.?

Uma vez constituída, a sociedade deve inscrever-se no Registro Único Tributário (RUT) perante a DIAN e cumprir as obrigações correspondentes à sua atividade e porte: declaração e pagamento de imposto de renda, IVA quando prestar serviços ou vender bens tributados, retenção na fonte quando atuar como agente retentor e imposto de indústria e comércio (ICA) em cada município onde tenha atividade econômica. Adicionalmente, deve apresentar informação exógena anual à DIAN se ultrapassar os limites estabelecidos por resolução, e reportar ao Regime Único de Beneficiários Finais (RUB). O descumprimento dessas obrigações gera sanções que podem afetar o patrimônio da sociedade e, em certos casos, a responsabilidade pessoal dos administradores.

04Posso constituir uma sociedade com um único sócio?

Sim. A S.A.S., por força do artigo 1.º da Lei 1258 de 2008, permite expressamente a constituição por uma única pessoa, física ou jurídica. É a única forma societária do direito colombiano que admite a unipessoalidade de maneira ampla. Essa possibilidade é útil para profissionais autônomos, empreendedores em estágio inicial ou investidores que desejam separar seu patrimônio pessoal do risco da atividade econômica. Tenha em mente que, ainda que tenha um único acionista, a sociedade continua sendo uma pessoa jurídica distinta e deve cumprir todas as obrigações formais: contabilidade, registros, assembleias (ainda que unipessoais) e reportes tributários.

05O que acontece se eu quiser excluir um sócio da sociedade?

Depende do tipo societário e do que foi pactuado no estatuto. Na S.A.S., os acionistas podem ceder livremente suas ações, salvo se o estatuto estabelecer restrições (direitos de preferência, autorizações prévias, períodos de bloqueio). Se o sócio quiser sair voluntariamente, o usual é a venda de suas ações aos demais acionistas ou a um terceiro, formalizada por contrato de cessão e registrada no livro de acionistas. Tratando-se de retirada forçada por descumprimento de obrigações ou condutas danosas, o estatuto pode prever causas de exclusão, mas sua aplicação normalmente exige decisão de assembleia e, em caso de controvérsia, intervenção judicial ou arbitral. Quando o desacordo é profundo, o caminho habitual é a liquidação parcial por acordo ou, em última instância, a dissolução da sociedade.

06Como se dissolve uma sociedade?

A dissolução é a decisão de pôr fim à sociedade como pessoa jurídica. As causas estão no artigo 218 do Código Comercial e, para a S.A.S., na Lei 1258 de 2008. As mais comuns são: vencimento do prazo de duração (quando não é prorrogado), impossibilidade de desenvolver o objeto social, decisão dos sócios, redução do número de acionistas abaixo do mínimo (em sociedades distintas da S.A.S.) e perdas que reduzam o patrimônio líquido abaixo de 50% do capital subscrito. Uma vez decidida a dissolução, a sociedade entra em fase de liquidação: nomeia-se um liquidante, realizam-se os ativos, pagam-se os passivos e, se houver remanescente, distribui-se entre os sócios. A liquidação conclui-se com a inscrição da conta final na Câmara de Comércio. Convém assessorar-se desde o início do processo para evitar contingências tributárias e trabalhistas.

07O que é um acordo de acionistas e por que preciso dele?

Um acordo de acionistas (ou pacto parassocial) é um contrato privado entre sócios que regula matérias não contidas no estatuto: política de dividendos, maiorias reforçadas, direitos de saída (tag along, drag along), não concorrência, mecanismos de resolução de disputas internas e planos de sucessão. É expressamente reconhecido pelo artigo 24 da Lei 1258 de 2008 para as S.A.S. É especialmente útil quando entram investidores, quando há sócios com responsabilidades operacionais distintas, em empresas familiares com várias gerações envolvidas, ou quando se deseja proteger um sócio minoritário. Sem um acordo claro, os conflitos costumam escalar para longos processos judiciais. Recomendamos pactuá-lo no momento da constituição ou na entrada de novos investidores.

08Devo registrar minha sociedade no RUES e quais obrigações de registro tenho?

Sim. Toda sociedade mercantil deve inscrever-se no Registro Único Empresarial e Social (RUES), administrado pelas câmaras de comércio. Esse registro consolida as informações dos registros mercantil, de proponentes, de entidades sem fins lucrativos e outros, conforme a Lei 1727 de 2014. A sociedade deve ainda renovar anualmente sua matrícula mercantil entre janeiro e 31 de março, atualizar os dados quando houver mudanças (representante legal, domicílio, capital, objeto, estatuto) e inscrever os atos sujeitos a registro (reformas estatutárias, nomeações, livros comerciais quando aplicável). O descumprimento do registro gera multas e, em alguns casos, a suspensão da capacidade de contratar com o Estado ou de acessar benefícios.

09O que inclui a assessoria societária para constituir uma empresa na Colômbia?

Nossa assessoria societária abrange todo o ciclo de constituição e vida da sociedade. Na Cafore Abogados acompanhamos a escolha da estrutura jurídica mais adequada —SAS, Ltda., S.A., sucursal de sociedade estrangeira ou entidade sem fins lucrativos—, redigimos estatutos sob medida para o projeto, registramos a sociedade na Câmara de Comércio e a inscrevemos na DIAN. Elaboramos cláusulas estatutárias essenciais: objeto social, capital, órgão de administração, restrições à negociação de quotas ou ações e mecanismos de resolução de conflitos. Desenvolvemos ferramentas jurídicas específicas para empresas familiares e startups, segmentos nos quais a prevenção do conflito societário faz a diferença entre crescer ou paralisar.

10O que fazem os advogados societários para prevenir conflitos entre sócios?

Os conflitos entre sócios costumam ter origem em cláusulas estatutárias incompletas ou na ausência de um acordo de acionistas. Na Cafore Abogados redigimos e negociamos acordos de acionistas que regulam matérias críticas: direitos políticos e econômicos diferenciados, maiorias qualificadas para decisões estruturais, direitos de preferência, drag-along, tag-along, cláusulas de saída, não concorrência e mecanismos escalonados de resolução de disputas (negociação direta, mediação, arbitragem). Também revisamos estatutos vigentes, identificamos lacunas e propomos reformas. Esse trabalho preventivo é a pedra angular de nossa prática societária e se complementa com o acompanhamento permanente ao órgão de administração.

11Quais serviços oferece um advogado corporativo em Bogotá para empresas em operação?

Para empresas em operação, na Cafore Abogados oferecemos acompanhamento contínuo a sócios, conselhos de administração e representantes legais: reformas estatutárias, aumentos e reduções de capital, transformação, fusão, cisão, liquidação, cessão de quotas ou ações, capitalizações com investidores e reorganizações de grupo. Nosso objetivo não se limita à assistência jurídica pontual: trabalhamos na governança efetiva, redigimos regimentos de conselho, políticas de conflito de interesses e matrizes de delegação. Atendemos a partir de nossa sede no Edificio Excélsior, Cra. 7 # 12B - 65, Of. 401, em Bogotá, e oferecemos cobertura nacional. Os quatro advogados da equipe possuem Carteira Profissional expedida pelo Consejo Superior de la Judicatura — DEAJ.

12Como vocês assessoram empresas familiares e startups?

Tanto as empresas familiares quanto as startups exigem ferramentas societárias distintas das do negócio tradicional. Para empresas familiares, elaboramos protocolos familiares, governança corporativa intergeracional e blindagem patrimonial que distingue o patrimônio operacional do patrimônio pessoal dos sócios. Para startups, estruturamos rodadas de investimento, vesting de fundadores, planos de stock options ou phantom shares, SAFEs e notas conversíveis, cláusulas de propriedade intelectual e exit strategy. Na Cafore Abogados desenvolvemos ferramentas jurídicas específicas para esses dois segmentos porque entendemos que seus riscos —e a velocidade com que devem ser resolvidos— são distintos dos de uma sociedade comercial tradicional.

13O que diferencia a Cafore Abogados de outros escritórios societários na Colômbia?

A Cafore Abogados é um escritório boutique com uma abordagem preventiva e estratégica que evita o modelo de litígio reativo. Trabalhamos com quatro advogados —Dr. Fabio Castro Forero (diretor geral), Valeria Canosa, Pablo Saavedra e Catalina Estrada—, todos com Carteira Profissional expedida pelo Consejo Superior de la Judicatura — DEAJ. Nossa proposta combina a proximidade de um escritório boutique com a metodologia de um grande escritório: cada cliente conta com um advogado responsável e o respaldo de uma equipe. Atendemos no Edificio Excélsior, em Bogotá, e mantemos avaliação de 5 estrelas no Google a partir das avaliações de nossos clientes. Nosso compromisso é oferecer soluções jurídicas inovadoras e adaptadas às necessidades de cada cliente.

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Perguntas frequentes

Dúvidas reais antes de revisar uma sociedade, um conflito entre sócios ou uma possível ação judicial.

As respostas são gerais. A decisão concreta depende dos estatutos, atas, acordos, provas, prazos e situação da empresa.

Antes de consultar

Serve se a sociedade for uma SAS pequena?+
Sim. Uma SAS pequena também pode ter conflitos custosos se não existirem regras claras sobre voto, saída, lucros, administração ou venda de ações.
Tenho que levar todos os documentos desde o início?+
Não. Primeiro localizamos o problema e depois pedimos o necessário. Normalmente começamos pela certidão de existência, estatutos, atas relevantes, acordos de sócios se houver e documentos associados ao conflito ou à decisão.
O que acontece se eu não tiver as atas ou se elas estiverem incompletas?+
A revisão não fica descartada; muda a estratégia. Primeiro identificamos o que falta, o que pode ser corrigido e quais decisões não convém reconstruir sem respaldo.
A assessoria sempre termina em ação judicial?+
Não. Muitas vezes convém corrigir, negociar ou reformar antes. A ação judicial é um caminho possível, mas nem sempre o mais inteligente para proteger valor.
Quando convém consultar com urgência?+
Quando houver assembleia, venda de ações, troca de representante, requerimento de autoridade, recusa de informação ou risco de que documentos desapareçam.

Sócios, pactos e governança

O acordo de sócios substitui os estatutos?+
Não. Devem conversar entre si, mas cumprem funções distintas. Os estatutos organizam as regras societárias perante a sociedade e terceiros conforme o caso; o acordo regula compromissos entre os sócios.
O que faço se um sócio bloquear decisões?+
O bloqueio deve traduzir-se em fatos e documentos: qual decisão não pôde ser tomada, quem a impediu, qual era a regra aplicável e que impacto teve sobre a sociedade.
Um sócio pode exigir informação quando quiser?+
Depende do tipo de documento, do momento e da finalidade. O direito de informação e de inspeção deve ser exercido com precisão para que sirva como prova.
O que acontece se um sócio usar o caixa ou os ativos da empresa?+
Deve ser analisado como fato, respaldo, autorização e possível dano. É preciso examinar pagamentos, autorizações, contratos, beneficiários, rastreabilidade contábil e efeito real.
Como se lidam com sociedades 50/50 bloqueadas?+
O documento-chave costuma ser o mecanismo de desempate ou de saída. Se não existir, avaliam-se negociação, compra de participação, reforma, mediação, medidas urgentes ou ação judicial.

Informalidade e documentos

O que é informalidade societária?+
É a distância entre o que a empresa fez e o que pode provar: atas tardias, livros desatualizados, decisões por chat, aportes sem respaldo ou contratos com partes relacionadas sem autorização clara.
É possível corrigir atas antigas?+
Às vezes sim, mas nem tudo deve ser reconstruído de qualquer maneira. Depende do tipo de erro, da decisão adotada, das assinaturas disponíveis, dos anexos e do momento do conflito.
Decisões por WhatsApp servem?+
Podem servir como indício, mas raramente substituem o respaldo societário. As decisões importantes devem ficar em ata, autorização, contrato, reforma ou comunicação formal.
O que acontece se os livros não estiverem atualizados?+
Afeta a prova, as transações e a confiança perante terceiros. O livro de acionistas e os livros de atas ajudam a provar sócios, decisões e o respaldo de uma venda ou reclamação.
Que documentos um investidor ou comprador analisa?+
Estatutos, cap table, livros, atas, acordos, procurações, contratos, marca, dados, dívidas, impostos, litígios, licenças, empregados e riscos do representante legal.

Litígio societário

Quando se pode impugnar uma decisão social?+
Quando há vícios relevantes de forma, competência ou mérito. Revisamos a convocação, o quórum, as maiorias, a competência do órgão, os estatutos, a ata, os anexos, os prazos e a legitimidade.
O que é abuso de maioria, minoria ou paridade?+
É o uso do voto para obter vantagem indevida, prejudicar ou bloquear. Cada caso exige provar o padrão, o efeito sobre a sociedade e o dano.
Quando cabe reclamar contra administradores?+
Quando há conduta, dano, nexo e prova suficiente. Distingue-se uma decisão empresarial fracassada de uma conduta negligente, desleal ou sem autorização.
Posso pedir medidas cautelares?+
Depende da urgência, do risco e da prova inicial. A medida deve ter uma finalidade concreta: proteger prova, evitar a disposição de ativos, conservar o controle ou impedir que o dano avance.
A Superintendência de Sociedades conhece todos os conflitos?+
Nem sempre. Alguns assuntos podem ir à Superintendência de Sociedades, outros a juiz comum, arbitragem, conciliação ou à via pactuada.
Que provas convém conservar desde o início?+
Atas, e-mails, conversas, livros, contratos, pagamentos e cronologia. A prova deve ser organizada por fatos, datas, regras descumpridas, dano e documentos societários.
Convém processar antes de negociar?+
Não há uma resposta universal. Se a posição estiver bem fundamentada, uma negociação pode economizar tempo e preservar valor; se houver urgência ou má-fé, pode ser necessário escalar.

Administradores e representante legal

O representante legal pode assinar qualquer contrato?+
Depende dos estatutos, limites e autorizações. É preciso revisar valores, objeto social, restrições estatutárias, instruções do conselho ou da assembleia e a confiança do terceiro.
O que acontece se houve conflito de interesses?+
Devem ser revisados a declaração, a autorização e o efeito real. Não basta suspeitar: identificam-se a relação, o benefício, a autorização e o impacto econômico.
Os administradores respondem com seu patrimônio?+
Pode acontecer, mas não por qualquer erro. A responsabilidade exige uma base jurídica e probatória conectada a conduta, dano e nexo.
Como se limita o risco do representante legal?+
Com regras claras, autorizações e rastreabilidade: limites de assinatura, atas precisas, relatórios periódicos, aprovação de operações sensíveis e arquivamento de comprovantes.

Venda, investimento e autoridades

O que revisar antes de vender ações?+
Restrições, preço, autorizações, impostos e contingências. A revisão inclui estatutos, acordos de acionistas, direito de preferência, cap table, dívidas, contratos, funcionários, impostos, propriedade intelectual e litígios.
O que muda quando entra um investidor?+
A empresa deve explicar sua governança, não apenas seus números. Um investidor costuma observar direitos econômicos, veto, informação, diluição, contingências, saídas e regras de fechamento.
Por que revisar DIAN, UGPP ou SIC em um assunto societário?+
Porque esses riscos afetam valor, governança e responsabilidade. Uma sociedade pode estar constituída e ainda assim ter contingências tributárias, trabalhistas, de dados, de consumidor ou de licenças.
O que faço se chegou uma intimação de uma autoridade?+
Organize os documentos antes de responder: autoridade, prazo, risco, documentos exigidos, responsável interno e evidências disponíveis. Uma resposta improvisada pode agravar o problema.
A revisão societária inclui riscos trabalhistas ou tributários?+
Sim, quando afetam a sociedade, seu valor ou seus administradores. Se envolve folha de pagamento, previdência social, impostos, faturamento, consumidores ou dados, conecta-se com a área correspondente.

Próximo passo

Conte-nos qual decisão societária você precisa tomar ou corrigir.

Você não precisa chegar com tudo organizado. A primeira revisão serve para saber quais documentos importam e qual caminho jurídico faz sentido.

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